PROJETO DE EXTENSÃO UFRJ: o que é e como fazer passo a passo

Neste artigo, você vai entender o que é um projeto de extensão, como elaborar um projeto de extensão UFRJ, quais partes normalmente precisam ser desenvolvidas e como organizar a proposta de forma clara.

PROJETO DE EXTENSÃO

REI DO PORTFOLIO

9/23/2026

Se você precisa fazer um projeto de extensão UFRJ e não sabe por onde começar, saiba que essa é uma dúvida bastante comum entre estudantes de graduação. Afinal, um projeto de extensão não é simplesmente um trabalho acadêmico ou uma pesquisa: ele precisa apresentar uma proposta de ação que tenha relação com uma realidade ou necessidade da sociedade.

Também vou explicar como funciona a estrutura apresentada no modelo que serviu de base para este conteúdo e, no final, você poderá encontrar uma opção para baixar um modelo e também solicitar um projeto desenvolvido de forma personalizada.

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O que é um projeto de extensão?

O projeto de extensão é uma ação universitária voltada para estabelecer uma relação entre a universidade e a sociedade.

Na UFRJ, a extensão universitária é entendida como um processo que promove interação transformadora entre a universidade e outros setores da sociedade. Entre as diretrizes estão a interação dialógica, a interdisciplinaridade, a relação entre ensino, pesquisa e extensão, o impacto na formação do estudante e o impacto na transformação social.

De acordo com a regulamentação da UFRJ, o projeto de extensão é uma ação processual e contínua, de caráter educativo, social, cultural, científico ou tecnológico, com objetivo específico e prazo determinado.

Na prática, isso significa que o estudante precisa pensar em uma situação concreta e propor uma ação que possa contribuir para enfrentá-la.

Por exemplo:

  • estudantes de Administração podem trabalhar com educação financeira para pequenos empreendedores;

  • estudantes de Enfermagem podem desenvolver uma ação de orientação em saúde;

  • estudantes de Direito podem elaborar uma atividade de educação sobre direitos;

  • estudantes de Pedagogia podem desenvolver uma oficina de leitura;

  • estudantes de Tecnologia podem criar uma solução digital para determinada comunidade;

  • estudantes de Agronomia podem desenvolver uma ação de orientação para produtores rurais.

O tema deve estar relacionado ao curso e às necessidades do público que será atendido.

Projeto de extensão é igual a uma pesquisa?

Não necessariamente.

Essa é uma das diferenças mais importantes para quem está começando.

Uma pesquisa acadêmica normalmente está concentrada na investigação de uma questão, enquanto um projeto de extensão deve apresentar uma ação de interação com a sociedade, buscando produzir algum tipo de contribuição ou transformação.

O próprio modelo utilizado como referência destaca que um projeto de extensão não precisa ser igual a um projeto de pesquisa. Embora uma pesquisa prévia possa ser necessária para compreender o problema e fundamentar a proposta, o projeto de extensão deve contemplar práticas capazes de promover mudanças ou melhorias identificadas como necessárias.

Por isso, não basta escolher um assunto interessante.

É necessário responder perguntas como:

Qual é o problema?

Quem será beneficiado?

Onde a ação será realizada?

O que será feito?

Como será feito?

Quais resultados são esperados?

Essas perguntas ajudam a transformar uma simples ideia em um projeto estruturado.

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Como fazer um projeto de extensão UFRJ?

A primeira etapa é verificar as orientações específicas do seu curso e da unidade da UFRJ.

A UFRJ possui regras próprias para suas ações de extensão, e o registro das ações ocorre por meio do SIGA. A própria Pró-Reitoria de Extensão informa que as ações podem ser desenvolvidas como projetos, cursos ou eventos, entre outras modalidades, e que as propostas precisam passar pelos procedimentos institucionais de avaliação e registro.

Depois disso, você pode organizar o projeto seguindo uma estrutura lógica.

O modelo utilizado como base apresenta os seguintes grandes blocos:

  1. Dados gerais;

  2. Identificação do cenário de intervenção e hipóteses de solução;

  3. Descrição do projeto;

  4. Resumo;

  5. Introdução;

  6. Objetivos;

  7. Métodos;

  8. Resultados ou resultados esperados;

  9. Considerações finais;

  10. Referências;

  11. Anexos, quando necessários.

Vamos entender cada uma dessas partes.

1. Dados gerais do projeto

Os dados gerais são as informações que identificam o projeto.

No modelo analisado aparecem campos como:

  • título do projeto;

  • integrantes da equipe;

  • professor responsável;

  • curso;

  • linha de atuação;

  • Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS);

  • tipo de projeto;

  • tema gerador.

O título deve ser objetivo e permitir que o leitor compreenda rapidamente qual é o assunto do projeto.

Por exemplo:

“Educação Financeira para Jovens de Comunidades de Baixa Renda”

ou

“Horta Comunitária como Estratégia de Educação Ambiental”

O modelo orienta que o título apresente de forma sucinta o tema do projeto.

Como escolher o tema?

Uma boa maneira de encontrar um tema é observar problemas existentes na comunidade.

Pense em situações que possam ser relacionadas à sua área de formação.

Por exemplo:

Administração: dificuldade de pequenos empreendedores em organizar o fluxo de caixa.

Pedagogia: dificuldades de leitura entre crianças.

Enfermagem: necessidade de orientação sobre determinado cuidado preventivo.

Agronomia: dificuldades relacionadas ao manejo de determinada cultura.

Tecnologia: falta de conhecimento sobre ferramentas digitais.

O importante é que exista uma relação entre o curso, o problema identificado, o público e a ação proposta.

2. Identificação do cenário de intervenção

Depois de definir o tema, é necessário pensar onde o projeto poderá ser realizado.

Esse espaço é chamado de cenário de intervenção.

Pode ser, dependendo da proposta:

  • escola;

  • associação comunitária;

  • bairro;

  • empresa;

  • comunidade rural;

  • instituição social;

  • unidade de atendimento;

  • organização não governamental;

  • espaço público;

  • ambiente virtual.

O modelo orienta que o estudante conheça a realidade do campo de atuação e descreva um local no qual a intervenção possa ser implementada. Também destaca que a ação deve ser tecnicamente executável, sustentável e economicamente viável.

3. Definição do público-alvo

Um projeto de extensão precisa deixar claro quem será beneficiado pela ação.

Não basta escrever simplesmente “a comunidade”.

Quanto mais específica for a descrição, melhor será a compreensão do projeto.

Por exemplo:

O projeto será direcionado a jovens entre 15 e 18 anos matriculados em escolas públicas do município, com foco no desenvolvimento de conhecimentos básicos sobre educação financeira.

Nesse caso, sabemos:

  • quem são as pessoas;

  • faixa etária;

  • onde estão;

  • qual necessidade será trabalhada.

O modelo recomenda caracterizar o público considerando aspectos socioeconômicos, educacionais e outros dados relevantes. Também sugere que essas informações possam ser obtidas por meio de visitas, entrevistas, questionários, reuniões e rodas de conversa.

4. Identifique o problema

Essa é uma das partes mais importantes.

Antes de apresentar uma solução, você precisa mostrar qual problema foi identificado.

Imagine que o projeto tenha como tema educação financeira.

O problema não deveria ser simplesmente:

“As pessoas precisam aprender educação financeira.”

É melhor delimitar:

“Foi identificada dificuldade entre jovens participantes da comunidade em compreender conceitos básicos de organização financeira pessoal, planejamento de gastos e formação de reserva.”

Assim, fica mais fácil construir os objetivos e definir as atividades.

O modelo orienta que o estudante observe a realidade, identifique os pontos-chave e selecione o problema que será objeto da intervenção, apresentando argumentos sobre sua relevância.

5. Crie uma hipótese de solução

Depois de identificar o problema, pense em uma possível solução.

Se o problema for a falta de conhecimento sobre educação financeira, uma hipótese poderia ser:

“A realização de oficinas educativas e atividades práticas de planejamento financeiro poderá contribuir para ampliar o conhecimento dos participantes sobre organização de receitas e despesas.”

A hipótese deve estar relacionada ao problema.

O modelo recomenda que as hipóteses sejam construídas após o estudo e a teorização do problema e que a solução escolhida seja tecnicamente executável, sustentável e economicamente viável.

6. Faça o resumo

O resumo deve apresentar uma visão geral do projeto.

Segundo o modelo utilizado como referência, o resumo deve ser curto, claro, objetivo e apresentar elementos como:

  • descrição do projeto;

  • problema;

  • público-alvo;

  • objetivo geral;

  • metodologia;

  • atividades;

  • resultados esperados.

O documento orienta que o resumo seja escrito sem parágrafos, de forma sintética.

Uma maneira simples de construir o resumo é responder:

O que será feito + por que será feito + com quem + como + qual resultado se espera.

7. Escreva a introdução

A introdução apresenta o assunto e explica por que o projeto é relevante.

É nessa parte que você pode utilizar livros, artigos científicos, documentos oficiais e outras fontes confiáveis para fundamentar o problema.

A estrutura analisada orienta que a introdução apresente fundamentação teórica, situe o objeto da intervenção, explique sua relevância e utilize referências segundo as normas ABNT.

Mas atenção: não transforme o projeto de extensão em uma monografia.

A orientação do modelo é justamente que a introdução seja clara, objetiva e sintética.

8. Defina os objetivos

Os objetivos mostram onde o projeto pretende chegar.

Normalmente é interessante trabalhar com:

Objetivo geral

Apresenta a finalidade principal do projeto.

Exemplo:

Promover conhecimentos básicos de educação financeira entre jovens da comunidade, contribuindo para o desenvolvimento de hábitos de planejamento e organização financeira.

Objetivos específicos

São etapas que ajudam a alcançar o objetivo geral.

Exemplo:

  • Apresentar conceitos básicos de educação financeira;

  • Orientar os participantes sobre organização de receitas e despesas;

  • Desenvolver uma atividade prática de planejamento financeiro;

  • Estimular hábitos de consumo consciente;

  • Avaliar o conhecimento adquirido pelos participantes.

O modelo recomenda que os objetivos sejam claros, estejam relacionados aos resultados esperados e sejam iniciados por verbos de ação.

Alguns verbos que podem ajudar:

Identificar, analisar, desenvolver, orientar, apresentar, promover, elaborar, capacitar, estimular, conscientizar, avaliar, implementar e propor.

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9. Explique os métodos

Aqui você precisa responder:

Como o projeto será realizado?

Essa seção deve explicar o caminho que será seguido pela equipe.

Você pode descrever, por exemplo:

  1. identificação do público;

  2. levantamento das necessidades;

  3. preparação das atividades;

  4. realização das oficinas;

  5. aplicação de questionários;

  6. produção de materiais;

  7. avaliação dos resultados.

O modelo apresenta como possibilidades visitas, entrevistas, questionários, reuniões, rodas de conversa e outras ferramentas de interação com a comunidade. Também orienta o detalhamento dos procedimentos e atividades que serão implementados.

Quanto mais claramente você explicar o método, mais fácil será entender como o projeto funcionará na prática.

10. Apresente os resultados esperados

Essa parte responde:

O que deverá mudar depois da realização do projeto?

É importante não confundir atividade com resultado.

Por exemplo:

Atividade: realizar uma oficina de educação financeira.

Resultado esperado: aumentar o conhecimento dos participantes sobre planejamento financeiro.

Outro exemplo:

Atividade: distribuir uma cartilha.

Resultado esperado: ampliar o acesso dos participantes a informações sobre determinado assunto.

O modelo orienta que os resultados descrevam objetivamente como o projeto pretende modificar as condições inicialmente diagnosticadas e quais impactos sociais são esperados.

11. Faça as considerações finais

As considerações finais encerram o projeto.

Elas devem retomar o problema, os objetivos e os principais pontos da proposta.

No caso de um projeto que ainda será realizado, você pode apresentar a importância da continuidade da ação e indicar possíveis caminhos para futuras atividades.

O modelo orienta que as considerações finais respondam ao problema central, destaquem o atendimento aos objetivos e indiquem possíveis direções para ações futuras.

12. Organize as referências

As referências apresentam as fontes utilizadas na elaboração do projeto.

Podem incluir livros, artigos científicos, documentos institucionais, legislação e outras fontes acadêmicas pertinentes.

O modelo utilizado como referência orienta a adoção da versão atual das normas ABNT para as referências.

É importante não colocar referências que não foram utilizadas no texto.

Da mesma forma, informações retiradas de outras fontes precisam ser devidamente citadas.

O projeto de extensão precisa ser colocado em prática?

Depende da proposta e das regras aplicáveis ao curso.

O modelo analisado apresenta dois tipos:

  • projeto extensionista não implementado na prática, como proposta de intervenção;

  • projeto extensionista implementado na prática, quando a intervenção foi executada.

Na UFRJ, entretanto, o estudante precisa observar as regras específicas da sua unidade e da atividade de extensão em que está inserido. A Pró-Reitoria de Extensão informa que as ações precisam ser registradas e seguir os procedimentos institucionais correspondentes.

Por isso, antes de entregar qualquer projeto, confira as orientações do professor e do curso.

Que tipo de produto pode surgir de um projeto de extensão?

Um projeto de extensão pode gerar diferentes produtos.

O modelo utilizado como referência apresenta exemplos como:

  • cartilhas;

  • manuais;

  • livros;

  • artigos;

  • relatórios;

  • pôsteres;

  • banners;

  • sites;

  • fotografias;

  • vídeos;

  • áudios;

  • tutoriais;

  • aplicativos;

  • softwares;

  • objetos de aprendizagem;

  • processos e procedimentos;

  • informativos.

Isso mostra que o projeto não precisa necessariamente terminar apenas em um texto.

Dependendo da proposta, o resultado pode ser um material ou uma ação que tenha utilidade para o público participante.

Quantas páginas deve ter um projeto de extensão?

O modelo analisado orienta que o projeto final seja simples, objetivo e claro, com aproximadamente 3 a 5 páginas dentro daquele modelo específico.

Entretanto, esse número não deve ser automaticamente tratado como regra geral da UFRJ.

Cada curso, unidade ou professor pode estabelecer orientações próprias. Por isso, é importante verificar o padrão solicitado antes de finalizar o trabalho.

Como fazer um projeto de extensão sem complicação?

Uma forma prática de organizar seu projeto é seguir esta sequência:

1. Escolha o tema.

Escolha um assunto relacionado ao seu curso.

2. Encontre um problema.

Identifique uma necessidade real do público que será atendido.

3. Defina o público.

Explique quem será beneficiado.

4. Escolha o local.

Determine onde a ação poderá acontecer.

5. Pense na solução.

Defina o que poderá ser feito para enfrentar o problema.

6. Crie o objetivo geral.

Explique qual é a finalidade principal.

7. Crie os objetivos específicos.

Divida o objetivo geral em ações menores.

8. Desenvolva a metodologia.

Explique detalhadamente como as atividades serão realizadas.

9. Defina os resultados esperados.

Mostre quais mudanças são esperadas.

10. Finalize com referências e considerações finais.

Organize as fontes utilizadas e encerre retomando os principais pontos do projeto.

Onde registrar o projeto de extensão UFRJ?

Essa é uma questão importante para quem procura informações sobre projeto de extensão UFRJ.

A UFRJ utiliza o Sistema Integrado de Gestão Acadêmica (SIGA) para o registro e os procedimentos relacionados às ações de extensão. A Pró-Reitoria de Extensão informa que as ações precisam ser registradas para fins de participação, creditação e certificação, conforme as regras institucionais.

Além disso, a UFRJ possui legislação própria sobre extensão universitária. A página oficial da Pró-Reitoria reúne as normas e atos relacionados à extensão e à sua inserção curricular.

Portanto, elaborar o documento é apenas uma parte do processo. É fundamental verificar também os procedimentos acadêmicos exigidos pela sua unidade.

Posso usar um modelo de projeto de extensão?

Sim, utilizar um modelo como ponto de partida pode facilitar bastante a organização.

Um modelo ajuda principalmente a não esquecer partes importantes, como:

  • identificação;

  • problema;

  • público-alvo;

  • objetivos;

  • metodologia;

  • resultados;

  • considerações finais;

  • referências.

Mas existe uma diferença importante entre usar um modelo como estrutura e simplesmente copiar um projeto pronto.

O ideal é utilizar o modelo para entender a organização do trabalho e depois desenvolver o conteúdo de acordo com o seu curso, tema, público e realidade.

Quer baixar um modelo de projeto de extensão?

Se você está procurando um modelo de proejto extensão para entender como estruturar o seu trabalho, disponibilizamos um modelo para download.

BAIXE UM MODELO PRONTO AQUI.

O modelo pode servir como ponto de partida para organizar as informações e entender a estrutura de um projeto.

Lembre-se de adaptar o conteúdo às exigências da sua faculdade, do seu curso e do professor responsável.

Precisa de um projeto de extensão personalizado?

Se você já sabe o tema, mas está com dificuldade para transformar sua ideia em um projeto organizado, também é possível solicitar um projeto desenvolvido de forma personalizada.

A proposta é trabalhar de acordo com as informações do estudante, considerando o curso, tema, público-alvo, problema, objetivos e demais características necessárias para estruturar o trabalho.

Quer solicitar um projeto exclusivo?

Entre em contato pelo WhatsApp:

📱 (63) 9 9269-7946

Você pode enviar as informações do seu curso e explicar o que foi solicitado pelo professor. A partir disso, poderá ser avaliada a possibilidade de desenvolver um projeto personalizado para a sua necessidade.

Conclusão

Fazer um projeto de extensão UFRJ pode parecer complicado quando você olha para o trabalho pela primeira vez. Porém, quando a proposta é dividida em etapas, fica mais fácil entender o que precisa ser desenvolvido.

O ponto principal é lembrar que um projeto de extensão deve conectar o conhecimento acadêmico com uma realidade social, apresentando uma ação, um público, um problema, objetivos, metodologia e resultados esperados.

A estrutura apresentada neste artigo pode ajudar você a organizar suas ideias e começar a escrever.

Entretanto, como as exigências podem variar entre cursos e unidades, sempre confira as orientações oficiais da UFRJ e as instruções do seu professor antes da entrega.

Se você precisa apenas de um modelo para começar, baixe o modelo disponibilizado nesta página.

Se preferir receber ajuda para estruturar um projeto de acordo com sua situação específica, entre em contato pelo WhatsApp (63) 9 9269-7946 e explique sua necessidade.

Projeto de extensão não precisa ser um trabalho confuso. Com uma boa organização, é possível transformar uma ideia em uma proposta clara, objetiva e bem estruturada.

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